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Vívian no site Revista Nova Escola

Setembro 24, 2009

A partir do artigo que escrevi sobre Qual a língua mais falada do mundo? (disponível nos sites www.escreverbem.com.br e www.artigonal.com.br , foi elaborada uma reportagem na seção Fundamentos, do site da Revista Nova Escola.

Acesse e leia: http://revistaescola.abril.com.br/geografia/fundamentos/qual-idioma-mais-falado-mundo-mandarim-ingles-497578.shtml

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Reforma Ortográfica: Lista de Palavras

Agosto 12, 2009

GRAFIA DE PALAVRAS USUAIS

A – K

A C F
ação-objeto cinquenta fim de semana
aeroespacial coautor frequente
agroindustrial coedição  
aguentar consequentemente G
anteontem contra-atacar geopolítica
antiaéreo contraexemplo girassol
antieducativo contraindicação  
anti-imperialista contrassenso H
anti-inflacionário convêm hiperacidez
anti-inflamatório cooperar hiperativo
antirrábico coprodução hiperinflação
antirracismo Coreia hiper-requintado
antirreligioso cosseno hiper-requisitado
antirrugas creem  
antissocial   I
arguir D ideia
assembleia delinquente infraestrutura
autoaprendizagem desumano infrassom
autoescola detém (singular) interescolar
autoestrada detêm (plural) interestadual
autoinscrição dia a dia interestelar
autoinstrução doo (doar) interestudantil
auto-observação   inter-racial
autopeça E inter-regional
autoproteção eloquente  
  ensanguentado J
B europeia joia
bilíngue ex-direito  
biorritmo extracurricular k
boia extraoficial kafkiano

L – Z

L paraquedista socioeconômicos
leem para-raio subestimar
linguiça para-raios superaquecimento
liquidez perdoo supereconômico
lote-padrão plurianual superexigente
  pôde/ pode superinteressante
M pôr/ por superotimismo
macroeconomia pós-fixada superproteção
mão-de-obra pós-graduação super-racista
microcomputador povoo super-reacionário
microeconomia preexistir super-resistente
micro-ondas pré-requisito  
micro-ônibus pró-capitalista T
microssistema   têm (plural)
minissaia Q tramoia
multissecular quase acordo tranquilo
multiuso quinquênio  
    U
N R ultramoderno
não comprometido recém-inaugurado ultrarresistente
não diferenciado recém-lançado ultrassom
não financeiro reveem  
não residente   V
neossocialista S veem
  semianalfabeto vice-presidente
O semicírculo voo
odisseia semideus  
  semi-intensivo Z
P seminovo zigue-zague
papel-moeda semirreta zoo
para-brisa sem-terra zum-zum
para-choque sequência  
paranoia sobre-humano  
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Twittiqueta: nada de gafes no Twitter

Agosto 5, 2009

Com o uso dos e-mails, principalmente no ambiente empresarial, surgiu a Netiqueta. Agora, com a febre do Twitter, considerado o grande fenômeno de 2009, surgiu a Twittiqueta: a etiqueta do Twitter. A ideia é evitar que os usuários cometam gafes ao twittar.

Para isso, é preciso, antes de tudo, saber qual o objetivo da ferramenta. No Twitter, os usuários criam seus perfis e escrevem mensagens concisas, de até 140 caracteres, pelo celular ou pelo site do Twitter. Cada usuário escolhe os perfis que irá seguir, para acompanhar todas as atualizações feitas pelo perfil seguido. Dessa forma, ao criar seu perfil no Twitter, você irá seguir perfis e será seguido por outras pessoas que se interessarem pelo seu perfil/ suas mensagens postadas.

O interessante do Twitter é que você pode se atualizar a partir das mensagens publicadas pelos perfis que escolheu seguir. Ou seja, o foco tem sido muito mais a atualização e as parcerias do que encontrar amigos, como ocorre em outras redes de relacionamento, como o Orkut e o Facebook.

Após entender o princípio básico do Twitter, vamos às dicas básicas que compõem a Twittiqueta.

1. Decida se irá usar seu perfil profissionalmente ou apenas socialmente, para twittar sobre amenidades. Criar um perfil profissional pode ser muito vantajoso para divulgar textos, trabalhos e serviços.

2. Utilize como ferramenta de divulgação, mas não use como spam. Ou seja, faça propaganda positiva, que atraia seguidores e dê visibilidade a sua empresa/ seu perfil.

3. Não siga todos que seguem seu perfil só por educação.

4. Escolha quem irá seguir avaliando o interesse e o grau de relevância do que a pessoa publica.

5. Respeite o número máximo de caracteres (140). Se a mensagem for maior, não divida em inúmeros posts, como se fosse um texto. No Twitter, menos é mais.

6. Publique o que for relevante considerando o que a mensagem agrega ao seu perfil. E lembre-se: com o Twitter, é possível melhorar o posicionamento nas buscas do Google, portanto, divulgue aquilo que contribui positivamente para sua imagem/ de sua empresa.

7. Não confunda o Twitter com um chat ou MSN. São ferramentas com objetivos diferentes.

8. Não descreva sua rotina, como se fosse um famoso.

9. Crie um blog ou um site para publicar textos maiores e insira o link nas mensagens concisas que postar no Twitter.

10. Escreva corretamente, sem erros ou vícios de linguagem.

Clique aqui e veja o Twitter da autora

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O “mesmo” faz algo?

Dezembro 12, 2008

“Robinho chutou e é GOOOL do mesmo”!?!?!Ao ler a frase acima, você deve ter pensado: “esse locutor estava doido quando disse isso?”. Mas pasme, pois muitas pessoas usam “mesmo” na escrita do dia-a-dia de maneira tão inadequada quanto nessa frase. Quem nunca leu a placa dos elevadores de todo o país com a lei:

 

“Antes de entrar no elevador, verifique se o mesmo encontra-se parado nesse andar”.

Esse uso do “mesmo” está inadequado. Por que não usar um simples “ele”?“Antes de entrar no elevador, verifique se ele se encontra parado nesse andar”. Veja outros usos muito comuns e inadequados do uso do “mesmo”:

 

 

     1. A diretora voltou de viagem e a mesma já marcou uma reunião para segunda-feira.
     2. Dunga já sabe quais jogadores escalará para o próximo jogo, mas só no dia do jogo conheceremos a decisão do mesmo.
 
     1. A diretoria voltou de viagem e já marcou uma reunião para segunda-feira.
     2. Dunga já sabe quais jogadores escalará para o próximo jogo, mas só no dia do jogo conheceremos a sua decisão/ a decisão dele.
 
Mas quando posso usar o “mesmo”?
 
    1. Kaká e Ronaldinho não jogam no mesmo time na Espanha. ( = igual)
    2. Kaká precisava trocar as chuteiras, pois estava com muitas bolhas nos pés. Ele mesmo as trocou. ( =próprio)

    3. Toda a seleção quer mesmo conquistar o hexacampeonato. ( = realmente)

    4. Mesmo com bolhas nos pés, Kaká garante que está pronto para jogar os 90 minutos ( = embora, apesar de).

    5.  Saí do estádio e fui comer um sanduíche com meu colega. O mesmo fez meu irmão. (=a mesma coisa)

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Seja objetivo: avalie pertinência e relevância

Dezembro 12, 2008

Você já sentiu a sensação de ler um texto (e-mail, relatório ou ata de reunião) e encontrar a informação de que você precisava em meio a muitas outras nada importantes – ou nem mesmo achá-la?

Isso acontece porque ainda há quem acredite que textos cheios de informações são textos ótimos, bem escritos, afinal, mostram todo o conhecimento de quem escreveu.

 

Felizmente, a redação empresarial moderna prega o contrário: quem escreve menos, escreve melhor. E “menos”, nesse caso, significa: escrever o que é necessário, sem enrolar. Em outras palavras, é ser conciso.

A concisão relaciona-se diretamente à escolha do conteúdo do texto. E essa é uma das maiores dificuldades da comunicação escrita: escolher entre “o que é necessário” e “o que não é necessário” comunicar para atingir o resultado desejado.

Para decidir isso, é preciso estabelecer um “filtro de conteúdo”, que deve levar em consideração o leitor – e não o emissor (que geralmente peca ao querer informar demais).

O leitor só aceita ler sobre informações e idéias de duas naturezas:

• Pertinentes: pertencem estritamente ao assunto da comunicação;
• Relevantes: fundamentais para compreensão/ conhecimento e tomada de decisão.

 

Toda comunicação escrita deve, portanto, ser produzida apenas com o que é pertinente e relevante, ao mesmo tempo. 

Assim, o leitor encontra, sem ter que ler “n” páginas com informações desnecessárias, exatamente aquilo que lhe interessa. É como se houvesse uma agulha sob uma folha de papel e não mais uma agulha no palheiro, difícil de encontrar.

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Domínio de Vocabulário

Dezembro 12, 2008

 

Em muitos cursos, os alunos perguntam: ler muito é garantia de um amplo vocabulário? E a resposta que recebem é não, o que os surpreende, num primeiro momento. Explico o porquê de minha resposta.

 

A leitura pode ser atenta ou desatenta e, mais importante que isso, o leitor pode (ou não) incorporar a palavra ao seu “vocabulário mental”.

 

Além desse, há outro ponto crucial: é preciso usar a nova palavra incorporada, para torná-la parte de seu vocabulário ativo. Se você não colocar em prática o uso de um vocabulário mais amplo, os sentidos das palavras serão identificados quando você ler, mas não haverá um aumento real no uso de novas palavras. É como tirar carta/carteira de motorista e nunca mais dirigir – sem a prática não se automatiza a troca de marchas, o olhar os espelhos etc.

 

Nesse sentido, um primeiro passo pode ser a simples troca de verbos chamados “curingas” (corretos, mas menos precisos) por verbos mais específicos.

 

Em vez de usar o verbo dar:

“ele não me deu o relatório completo”

 

Escreva:

“ele não me entregou/ enviou o relatório completo”

 

 

Troque o verbo ter:

teve uma forte emoção”

 

Por:

Viveu/ passou por/ sofreu uma forte emoção.

 

 

Outro verbo curinga que pode ser substituído é o fazer:

fazia dez relatórios mensais”

 

Que pode ser substituído por:

escrevia/ redigia/ produzia dez relatórios mensais”

 

Vale ressaltar que verbos curinga como dar, ter e fazer não estão errados gramaticalmente. Mas se o objetivo é aumentar o vocabulário e ser mais específico, procure explorar as possibilidades que a língua portuguesa nos oferece em termos de uso de palavras. Uma simples troca de palavras que pode ajudar – e muito – o aumento do seu vocabulário.

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Reforma Ortográfica

Dezembro 12, 2008

MUDANÇAS NO PORTUGUÊS BRASILEIRO

 

“Ortografia é convenção. As pessoas assimilarão as mudanças. Crianças não terão dificuldade, [elas] aprenderão assim”

MAURO VILLAR

lexicógrafo (autor de dicionário)

 

“Vai ser uma confusão. Ortografia não se aprende por regra. As pessoas vão ter forçosamente que ler a respeito”

SÉRGIO NOGUEIRA

professor de português e consultor de língua portuguesa no Rio de Janeiro

 

 

A partir de 1º de janeiro de 2009, entra em vigor a tão discutida reforma ortográfica, elaborada em 1990 e finalmente aprovada neste ano. O objetivo do acordo é unificar o português escrito (e não o falado), língua oficial de Portugal, Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Timor Leste.

 

Mas a língua portuguesa pouco muda. Estima-se que, em Portugal, as mudanças resultam em 1,5% de alteração no vocabulário, contra 0,5% no Brasil. Talvez a maior mudança ocorra na informática, já que os verificadores ortográficos dos editores de texto terão que ser modificados. A Microsoft, claro, já tratou de providenciar a atualização do corretor do pacote Office gratuitamente para todos os usuários.

 

É importante, no entanto, não deixar a tarefa de atualização do português para a Microsoft, afinal, hoje em dia, na área empresarial, fala-se tanto em aprimoramento, reciclagem de conhecimentos. Esse é um bom momento para um upgrade na língua.

 

Elaboramos um guia com as principais mudanças do Acordo Ortográfico, para que você possa consultá-lo

 

Alfabeto: de 23, passa a ter 26 letras, com a reintrodução das letras k, w e y embora elas sempre tenham sido usadas, em unidades de medidas, por exemplo.

 

Trema: não se usa mais o trema (¨), sinal colocado sobre a letra u para indicar que ela deve ser pronunciada nos grupos gue, gui, que, qui. Em vez de agüentar ou bilíngüe, deve-se escrever: aguentar, bilíngue.

* Atenção: o trema permanece apenas nas palavras estrangeiras e em suas derivadas (Müller, mülleriano).

 

Acentuação:

1. Não se acentuam ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba).

 

Em vez de

Escreva

apóia (verbo apoiar)

apoia

assembléia

assembleia

 

* Atenção: continuam a ser acentuadas as palavras oxítonas terminadas em éis, éu, éus, ói, óis, como papéis, herói, heróis, troféu, troféus.

 

2. Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no i e no u tônicos

quando escritos depois de um ditongo.

 

Em vez de

Escreva

feiúra

feiura

 

* Atenção: o acento permanece em palavras oxítonas em que o i ou o u estiverem em posição final (ou seguidos de s), como em tuiuiú, tuiuiús, Piauí.

 

3. Não se acentuam palavras terminadas em êem e ôo(s).

 

Em vez de

Escreva

abençôo

abençoo

lêem

leem

 

4. Não se usa mais o acento que diferencial dos pares pára/para, péla(s)/

pela(s), pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s) e pêra/pera.

 

* Atenção: Permanece o acento diferencial em:

- Pôde (passado do verbo “poder”) / pode (presente do verbo “poder”).

- Pôr (verbo) / por (preposição).

- Diferenciação de singular e plural dos verbos ter e vir e de seus derivados

(manter, deter, reter, conter, convir, intervir, advir etc.).

Ele tem dois cargos. / Eles têm dois cargos.

Ele vem de Campinas. / Eles vêm de Campinas.

Ele mantém a palavra. / Eles mantêm a palavra.

 

Hífen

 

Regra básica

Sempre se usa o hífen diante de h: anti-higiênico, super-homem.

 

Outros casos

1. Prefixo terminado em vogal:

• Sem hífen diante de vogal diferente: autoescola, antiaéreo.

• Sem hífen diante de consoante diferente de r e s: anteprojeto, semicírculo.

• Sem hífen diante de r e s. Dobram-se essas letras: antirracismo, antissocial, ultrassom.

• Com hífen diante de mesma vogal: contra-ataque, micro-ondas.

 

2. Prefixo terminado em consoante:

• Com hífen diante de mesma consoante: inter-regional, sub-bibliotecário.

• Sem hífen diante de consoante diferente: intermunicipal, supersônico.

• Sem hífen diante de vogal: interestadual, superinteressante.

 

Observações

1. Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r sub-região, sub-raça etc. Palavras iniciadas por h perdem essa letra e juntam-se sem hífen: subumano, subumanidade.

2. Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por m, n e vogal: circum-navegação, pan-americano etc.

3. O prefixo co aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se

inicia por o: coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação, cooptar, coocupante etc.

4. Com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen: vice-rei, vice-almirante etc.

5. Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição, como girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedista etc.

6. Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen:

ex-aluno, sem-terra, além-mar, aquém-mar, recém-casado, pós-graduação, pré-vestibular,pró-europeu.

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Opções de Cursos e Palestras

Dezembro 12, 2008

Aproveite o ano novo e invista na sua comunicação.

Há 3 opções de cursos em 2009:

  • Comunicação Eficaz
  • Redação Empresarial
  • Otimize a comunicação por e-mail – presencial e não presencialescrevendo

Entre em contato.

vivian.rio@gmail.com